Nespresso lança três novos blends

27 de março de 2009 | Sem comentários Cafeteria Consumo
Por: O Estado de S.Paulo


O ‘Paladar’ degustou em primeira mão cafés que só em abril chegarão às lojas de todo mundo


 – O Paladar degustou, em primeira mão, os novos lançamentos mundiais da Nespresso. Pela primeira vez a marca suíça de cafés apresentou produtos de origem pura, em que as variedades que compõem o blend são da mesma região. Foram mostradas três novas variedades, bem diferentes entre si – entre elas uma brasileira, do sul de Minas. E além delas, uma nova versão de um blend antigo, de grãos da América Central e do Sul.


Rosabaya de Colômbia


Foi o melhor café apresentado. Frutado e leve, com torrefação média, mostrou amargor regular. Destaque para o açúcar natural do grão e sua acidez refrescante e intensa. O aroma marcante, aliado à acidez peculiar, deu origem a uma bebida agradável. O sabor de frutas – cereja e amora – aparece no fim. Há uma leve presença de madeira, bem sutil, que surge com o passar do tempo.


Indryia from India


O café, um blend de Arabica e Robusta, foi o segundo melhor degustado.
De amargor pronunciado, tem um leve toque de cedro ao fundo, com aroma floral de início. O sabor é bem marcante, do tipo que fica dançando na boca por um bom tempo. A força da torrefação acabou abafando o sabor de especiarias, que surge na boca depois de alguns minutos.


Dulsão do Brasil


É um Arabica competente, mas nada estelar, vindo do sul de Minas Gerais. O açúcar natural do grão foi menos pronunciado do que se esperava. Ao fundo, quase se perdendo, notas de mel e malte, que se esvaem rapidamente. É um bom café, mas muito similar ao que o mercado já oferece.


Fortissio Lungo


Amargo demais, foi o café que menos agradou na prova. Não é um café de origem pura, como os anteriores, mas um blend de Arabica e Robusta provenientes das Américas Central e do Sul. O café reteve um amargor muito intenso, até hostil. Por ser forte demais, fica melhor
se consumido com leite, como pudemos provar. Além de o açúcar natural do leite equalizar o amargor, a gordura fez o café “escorregar” melhor na boca.

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Nespresso lança três novos blends

26 de março de 2009 | Sem comentários Cafeteria Consumo
Por: Estadão

O ‘Paladar’ degustou em primeira mão cafés que só em abril chegarão às lojas de todo mundo


O Paladar degustou, em primeira mão, os novos lançamentos mundiais da Nespresso. Pela primeira vez a marca suíça de cafés apresentou produtos de origem pura, em que as variedades que compõem o blend são da mesma região. Foram mostradas três novas variedades, bem diferentes entre si – entre elas uma brasileira, do sul de Minas. E além delas, uma nova versão de um blend antigo, de grãos da América Central e do Sul.


Rosabaya de Colômbia


Foi o melhor café apresentado. Frutado e leve, com torrefação média, mostrou amargor regular. Destaque para o açúcar natural do grão e sua acidez refrescante e intensa. O aroma marcante, aliado à acidez peculiar, deu origem a uma bebida agradável. O sabor de frutas – cereja e amora – aparece no fim. Há uma leve presença de madeira, bem sutil, que surge com o passar do tempo.


Indryia from India


O café, um blend de Arabica e Robusta, foi o segundo melhor degustado.De amargor pronunciado, tem um leve toque de cedro ao fundo, com aroma floral de início. O sabor é bem marcante, do tipo que fica dançando na boca por um bom tempo. A força da torrefação acabou abafando o sabor de especiarias, que surge na boca depois de alguns minutos.


Dulsão do Brasil


É um Arabica competente, mas nada estelar, vindo do sul de Minas Gerais. O açúcar natural do grão foi menos pronunciado do que se esperava. Ao fundo, quase se perdendo, notas de mel e malte, que se esvaem rapidamente. É um bom café, mas muito similar ao que o mercado já oferece.


Fortissio Lungo


Amargo demais, foi o café que menos agradou na prova. Não é um café de origem pura, como os anteriores, mas um blend de Arabica e Robusta provenientes das Américas Central e do Sul. O café reteve um amargor muito intenso, até hostil. Por ser forte demais, fica melhor se consumido com leite, como pudemos provar. Além de o açúcar natural do leite equalizar o amargor, a gordura fez o café “escorregar” melhor na boca.



 

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Nespresso lança três novos blends

Por: O Estado de São Paulo

26/03/2009 – O Paladar degustou, em primeira mão, os novos lançamentos mundiais da Nespresso. Pela primeira vez a marca suíça de cafés apresentou produtos de origem pura, em que as variedades que compõem o blend são da mesma região. Foram mostradas três novas variedades, bem diferentes entre si – entre elas uma brasileira, do sul de Minas. E além delas, uma nova versão de um blend antigo, de grãos da América Central e do Sul.


Rosabaya de Colômbia


Foi o melhor café apresentado. Frutado e leve, com torrefação média, mostrou amargor regular. Destaque para o açúcar natural do grão e sua acidez refrescante e intensa. O aroma marcante, aliado à acidez peculiar, deu origem a uma bebida agradável. O sabor de frutas – cereja e amora – aparece no fim. Há uma leve presença de madeira, bem sutil, que surge com o passar do tempo.


Indryia from India


O café, um blend de Arabica e Robusta, foi o segundo melhor degustado.


De amargor pronunciado, tem um leve toque de cedro ao fundo, com aroma floral de início. O sabor é bem marcante, do tipo que fica dançando na boca por um bom tempo. A força da torrefação acabou abafando o sabor de especiarias, que surge na boca depois de alguns minutos.


Dulsão do Brasil


É um Arabica competente, mas nada estelar, vindo do sul de Minas Gerais. O açúcar natural do grão foi menos pronunciado do que se esperava. Ao fundo, quase se perdendo, notas de mel e malte, que se esvaem rapidamente. É um bom café, mas muito similar ao que o mercado já oferece.


Fortissio Lungo


Amargo demais, foi o café que menos agradou na prova. Não é um café de origem pura, como os anteriores, mas um blend de Arabica e Robusta provenientes das Américas Central e do Sul. O café reteve um amargor muito intenso, até hostil. Por ser forte demais, fica melhor


se consumido com leite, como pudemos provar. Além de o açúcar natural do leite equalizar o amargor, a gordura fez o café “escorregar” melhor na boca.

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